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Eliminação de barreiras e medo

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Transcrição Eliminação de barreiras e medo


A técnica da realidade hipotética sem medo

É extremamente comum que as pessoas não saibam o que querem porque o medo é tão intenso que nem sequer se permitem desejar.

O medo atua como uma censura prévia: «Não posso querer ser artista porque morreria de fome», «Não posso querer intimidade porque tenho pânico de rejeição».

Para descobrir os valores que se escondem por trás dessas barreiras de medo, usamos exercícios de "realidade hipotética" ou a metáfora da varinha mágica.

O objetivo é eliminar artificialmente a barreira emocional para ver o que fica por baixo.

O terapeuta poderia sugerir: «Imagine que tenho uma pílula mágica que elimina permanentemente todo o vestígio de ansiedade, vergonha ou dúvida do seu corpo.

Se tomasse esta pílula e soubesse com absoluta certeza que não pode sentir medo, o que faria com a sua vida? Que projetos iniciaria amanhã? A quem ligaria? Como se comportaria no seu trabalho?".

Ao retirar a equação do medo, as respostas geralmente apontam diretamente para os valores.

Se a pessoa disser: «Se não tivesse medo, escreveria um romance e publicá-lo-ia», descobrimos um valor de criatividade e expressão.

Se ela disser: «Convidaria aquela pessoa para sair», descobrimos um valor de conexão e intimidade.

Uma vez identificados os valores, o trabalho terapêutico consiste em persegui-los, não mais esperando que o medo desapareça (pois a pílula não existe), mas aprendendo a colocar o medo no banco do passageiro enquanto se dirige para esses destinos valiosos.

O exercício da ação anónima para filtrar a aprovação social

Outro grande contaminante dos valores autênticos é a desejabilidade social ou "pliance" (cumprimento de regras para obter aprovação).

Muitas pessoas perseguem objetivos não porque se importam intrinsecamente com eles, mas porque querem ser admiradas, respeitadas ou querem evitar críticas.

Para destilar os valores genuínos da necessidade de aplausos, usamos o "exercício do segredo".

Trata-se de propor um cenário ou uma tarefa real em que a ação valiosa deve ser realizada em total anonimato, sem que ninguém jamais saiba quem foi o autor.

Por exemplo, poderíamos perguntar: «Se pudesse doar uma grande quantia para uma causa beneficente ou criar uma obra de arte anónima que ajudasse milhares de pessoas, mas com a condição estrita de que ninguém, nunca, soubesse que foi você, nem mesmo a sua família, você faria isso? Sentiria satisfação apenas pelo fato de ter feito isso?».

Se a resposta for sim, estamos perante um valor puro (solidariedade, contribuição). Se a pessoa sentir que «não faria sentido» se não recebesse reconhecimento, então talvez a motivação principal fosse o estatuto ou a admiração, e não o valor em si.

Na prática clínica, pode-se prescrever como tarefa


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