Transcrição Conexões intencionais
A preparação vibratória para o encontro
Muitas vezes, lançamo-nos nas interações sociais ou de casal por inércia, arrastando o cansaço, o stress ou o mau humor de uma atividade para outra, sem fazer uma pausa para recalibrar.
Isso faz com que cheguemos aos encontros com a «bateria fraca» ou com uma frequência emocional dissonante, o que aumenta a probabilidade de atrito.
A estratégia das «Conexões Intencionais» propõe que o sucesso de um encontro é decidido antes de este ocorrer.
A regra de ouro é seguir o fluxo da boa energia: se sentimos inspiração e alegria por ver alguém, esse é o momento perfeito, pois o alinhamento interno facilita uma interação fluida.
No entanto, quando a interação é agendada ou inevitável, é nossa responsabilidade «afinar o instrumento» antes de tocar.
Isso implica atender primeiro às necessidades fisiológicas básicas: garantir que esteja hidratado, descansado e, fundamentalmente, sem fome.
O estado de «hangry» (fome + raiva) é responsável por inúmeras discussões desnecessárias.
Além do físico, podemos elevar a nossa vibração ouvindo música que nos empodera ou adotando "posturas de poder" (como a postura de super-herói com as mãos na cintura) durante alguns minutos.
Essas ações alteram a química corporal, aumentando a testosterona e reduzindo o cortisol, o que nos permite apresentar-nos com mais confiança e positividade.
A gestão do imprevisto e o poder da intenção
Uma vez preparados física e emocionalmente, o próximo passo é estabelecer uma intenção clara.
Antes de entrar na reunião, no encontro ou na casa, devemos perguntar-nos: «O que quero criar neste encontro?».
Visualizar uma interação em que ambas as partes se sintam ouvidas, valorizadas e felizes predispõe o cérebro a buscar e promover esses resultados.
Essa "pré-preparação" mental atua como um íman que ordena as probabilidades a nosso favor, permitindo que surja a melhor versão de nós mesmos e, muitas vezes, a do outro.
O que acontece se encontrarmos alguém inesperadamente e não estivermos preparados? Nesses casos, a estratégia é a gestão de danos e a rápida recalibração.
Se formos apanhados desprevenidos e de mau humor, podemos cumprimentar educadamente, mas desculpar-nos brevemente para ir à casa de banho.
Esse minuto de privacidade no cubículo não é uma fuga, mas uma paragem técnica tática.
Lá, podemos respirar fundo, adotar uma postura de poder, reajustar a nossa intenção e sair com uma energia r
conexoes intencionais