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Assunção de responsabilidade corporativa

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Assunção de responsabilidade corporativa


Aceitar erros alheios como se fossem próprios

Na dinâmica comercial, é inevitável que, em algum momento, ocorram imprevistos, vendas de artigos inadequados ou falhas processuais que causem transtornos a quem adquire o serviço.

Perante estas adversidades, a regra inabalável de um atendimento de primeira classe é oferecer um pedido de desculpas sincero.

É irrelevante determinar se a falha teve origem na nossa intervenção direta, numa falha logística ou na negligência de um colega de outra área.

Ao estabelecer comunicação com o utilizador, tornamo-nos a representação absoluta da empresa.

Por este motivo, esquivar-se da responsabilidade argumentando que o problema é de terceiros apenas consegue deteriorar a relação.

Assumir o controlo da situação significa aceitar integralmente a responsabilidade pelos erros institucionais, projetando assim uma maturidade profissional inegável.

Adotar este hábito protetor e resolutivo constitui uma prática extremamente benéfica que fortalece tanto o caráter individual como o prestígio da organização em que operamos.

No final, demonstrar empatia e respeito absoluto pelos transtornos causados torna-se o mecanismo mais eficiente para acalmar a frustração alheia.

Evitar desculpas e culpar outros departamentos

Quando uma pessoa nos procura com um estado de espírito alterado, o seu objetivo principal não é organizar um julgamento para determinar quem foi o responsável pela negligência; o seu único objetivo é que o seu contratempo seja resolvido imediatamente.

Gastar o tempo da interação a apontar outros setores da empresa ou a transferir o cliente para diferentes números de contacto apenas o enfurece ainda mais.

A prática de fugir ao compromisso e transferir a carga de trabalho para terceiros representa a antítese da responsabilidade corporativa.

Submeter uma pessoa a um ciclo interminável de encaminhamentos por telefone ou pessoalmente gera uma profunda indignação, fazendo com que se sinta completamente ignorado e subestimado nas suas necessidades.

Em vez disso, é fundamental erradicar de forma permanente o uso de desculpas e o encaminhamento injustificado de casos.

Para evitar este cenário caótico, a instituição deve dispor de protocolos estruturados que indiquem ao funcionário como receber a reclamação e assumir o controlo definitivo, demonstrando que a sua prioridade absoluta é oferecer soluções imediatas e não justificações vazias.

Resumo

A representação institucional exige assumir os erros alheios como se fossem próprios, para demonstrar um compromisso absoluto e sincero com a satisfação do utilizador afetado.

Procurar culpados internos agrava profundamente qualquer conflito comercial existente, pois demonstra uma grave falta de maturidade corporativa face aos imprevistos operacionais diários que surgem.

Garantir soluções integrais sem apresentar desculpas burocráticas consolida imediatamente a confiança profissional e projeta uma imagem de liderança indiscutível durante os momentos de maior tensão.


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