Transcrição Exercícios técnicos para borboleta
A base subaquática: Pontapé de golfinho
Dado que o ritmo da borboleta depende inteiramente da força do tronco e das pernas, o exercício fundamental é o «chute de golfinho subaquático».
É praticado tanto na posição ventral (de barriga para baixo) como dorsal (de barriga para cima) ou lateral.
O objetivo é exagerar a amplitude da ondulação, iniciando o movimento a partir do esterno e sentindo como ele se transmite até os dedos dos pés.
Ao eliminar os braços, o nadador pode concentrar-se exclusivamente na fluidez da coluna e na potência abdominal.
Este exercício não só melhora a técnica específica da borboleta, como é vital para as fases subaquáticas de saída e viragem em todos os estilos, tornando-se o «quinto estilo» da natação moderna.
Isolamento e recuperação: borboleta com um braço
Para trabalhar a mecânica da braçada e a respiração lateral sem a fadiga extrema do estilo completo, utiliza-se o (borboleta com um braço).
Neste exercício, o nadador deixa um braço estendido à frente (ou ao lado) e realiza o ciclo completo com o outro braço, respirando para o lado do braço que impulsiona.
Isto permite concentrar-se na trajetória subaquática da mão (o olho da fechadura) e numa recuperação aérea relaxada e baixa.
Ao reduzir a carga física, o atleta pode manter a técnica correta durante distâncias mais longas, gravando na sua memória muscular o ritmo de «chute-entrada, chute-saída» sem desmoronar-se pelo cansaço.
Construção do ritmo complexo
Existem variações avançadas para integrar a coordenação, como o exercício "3-3-3" (3 braçadas à esquerda, 3 à direita, 3 completas) ou combinações como "2 braçadas de borboleta, 2 de bruços".
Essas sequências ajudam o nadador a transferir a sensação de eficiência do exercício isolado para a natação completa.
Outro exercício eficaz é (braços de borboleta com pontapé de crawl), que é usado para aumentar a frequência da braçada e a potência dos ombros sem depender do ritmo da ondulação.
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exercicios tecnicos para borboleta