Importância do controlo

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Importância do controlo


O tratamento farmacológico da Perturbação de Pânico deve ser sempre individualizado e cuidadosamente supervisionado por um profissional de saúde qualificado, geralmente um psiquiatra.

Além disso, a investigação e a prática clínica indicam que a combinação da medicação com a psicoterapia proporciona frequentemente os melhores resultados a longo prazo.

Supervisão médica essencial

A escolha do tipo de medicamento, a dosagem adequada, o controlo dos efeitos (tanto terapêuticos como secundários) e a eventual retirada do medicamento devem ser orientados por um médico.

A auto-medicação ou a modificação não supervisionada dos regimes de tratamento pode ser ineficaz e até perigosa.

Antes de prescrever um tratamento medicamentoso, o médico terá em conta a história clínica do doente, a gravidade dos sintomas, a presença de outras doenças médicas ou psicológicas e as possíveis interações com outros medicamentos.

As visitas regulares de acompanhamento são cruciais para ajustar a medicação e monitorizar a resposta.

A psicoterapia como tratamento fundamental

Embora a medicação possa ser muito útil para aliviar os sintomas agudos de pânico e reduzir a ansiedade geral, a psicoterapia, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), aborda as causas subjacentes e os mecanismos de manutenção da perturbação.

A TCC ajuda a pessoa a:

  • Compreender a natureza dos seus ataques de pânico.
  • Identificar e modificar as interpretações catastróficas das sensações físicas.
  • Confrontar gradualmente as sensações temidas (exposição interoceptiva) e as situações evitadas (exposição ao vivo).
  • Desenvolver competências de gestão da ansiedade e estratégias de sobrevivência.

Estas competências aprendidas na terapia são duradouras e podem ajudar a evitar recaídas quando a medicação é reduzida ou interrompida.

Combinação de tratamentos para resultados óptimos

Para muitas pessoas com perturbação de pânico, especialmente em casos moderado


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