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Polissacarídeos, amidos e glicogénio

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Transcrição Polissacarídeos, amidos e glicogénio


Digestibilidade das cadeias complexas

Os polissacarídeos representam a forma mais complexa dos hidratos de carbono, aglutinando milhares de unidades elementares entrelaçadas em cadeias maciças.

A assimilação dessas moléculas extensas exige uma ação enzimática rigorosa e extremamente prolongada por parte do sistema gástrico humano.

A nível botânico, estas cadeias complexas, conhecidas globalmente como amidos, funcionam como o principal reservatório de subsistência para múltiplos vegetais, leguminosas e grãos inteiros colhidos.

Ao consumi-los, o indivíduo submete essas estruturas a uma degradação bioquímica progressiva, o que garante um fluxo constante e muito dosado de açúcares para o sangue, proporcionando uma sensação duradoura de saciedade gástrica e prevenindo quedas abruptas no desempenho atlético.

Amilose, amilopectina e maltodextrinas

A arquitetura interna dos amidos define categoricamente a velocidade real do seu metabolismo.

As cadeias que possuem uma conformação puramente linear e reta são denominadas amilose, caracterizando-se por oferecer uma notável resistência à fragmentação gástrica e liberando a sua energia muito lentamente.

Em contraste, as estruturas que adotam formas arborescentes ou ramificadas recebem o nome de amilopectina, um design expansivo que facilita o acesso dos sucos digestivos e promove uma assimilação mais ágil.

Paralelamente, a intervenção térmica durante o cozimento consegue quebrar parcialmente esses amidos espessos, originando dextrinas e maltodextrinas, fragmentos glucídicos de tamanho intermediário que são extraordinariamente fáceis de absorver durante o exercício.

Dinâmica do glicogénio hepático e muscular

No interior do corpo, o excesso de glicose é majestosamente armazenado na forma de glicogénio intrincado.

O tecido muscular abriga a reserva mais volumosa desse valioso polímero, destinando sua energia de forma egoísta e exclusiva para sustentar a própria contração mecânica durante esforços físicos severos.

Simultaneamente, o órgão hepático guarda uma porção menor, mas extremamente crítica; o glicogénio armazenado ali tem a missão solidária e inabalável de estabilizar a glicemia geral, prevenindo falhas neurológicas catastróficas durante períodos prolongados de inanição.

Pesquisas laboratoriais confirmam que a saturação prévia desses depósitos orgânicos biológicos é o principal fator que permite aos atletas adiar a exaustão profunda em competições muito longas.

Resumo

Os polissacarídeos formam imensas redes moleculares que exigem um trabalho enzimático prolongado para serem processadas. Os amidos presentes nos tubérculos e cereais fornecem um suprimento energético gradual, prolongando significativamente a sensação fisiológica de saciedade alimentar.

A disposição estrutural dos amidos influencia fortemente a sua velocidade metabólica. As formas lineares oferecem maior resistência digestiva, enquanto as moléculas ramificadas ou previamente processadas termicamente permitem uma assimilação orgânica muito mais rápida.

O corpo humano consolida as suas reservas de glicose criando cadeias complexas denominadas glicogénio. O depósito muscular financia diretamente o esforço mecânico ativo, enquanto a reserva hepática mantém estável a concentração de açúcar circulante indispensável.


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