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Dinâmicas da decisão irracional

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Dinâmicas da decisão irracional


Negociação mental e justificação de impulsos

Todos lidamos frequentemente com objetivos pessoais que exigem privações a curto prazo para alcançar recompensas a longo prazo, como poupar dinheiro.

Imaginemos um cenário em que decidimos limitar as nossas despesas mensais para podermos comprar uma casa no futuro.

Durante semanas, mantemo-nos firmes neste objetivo, evitando qualquer luxo desnecessário ou jantar caro.

No entanto, um dia passamos em frente a uma loja de tecnologia e vemos na montra um relógio inteligente de última geração. A atração imediata por esse dispositivo provoca um conflito interno severo.

Nesse preciso instante, começamos a negociar connosco próprios para justificar a compra.

Convencemo-nos a nós próprios dizendo que trabalhámos muito, que merecemos uma pequena recompensa e que compensaremos a despesa cancelando o serviço de televisão por cabo durante os próximos seis meses.

Esta justificação irracional leva-nos a adquirir o relógio, abandonando momentaneamente toda a nossa disciplina financeira.

Durante o ato de compra e os primeiros momentos de utilização, experimentamos uma intensa felicidade e satisfação.

Consequências emocionais de ceder à gratificação a curto prazo

A euforia inicial provocada pela nossa aquisição impulsiva desaparece rapidamente, dando lugar à segunda fase deste ciclo de comportamento.

Rapidamente somos invadidos por um forte sentimento de culpa por termos gasto esses fundos destinados à futura habitação.

Reprochamo-nos interiormente pela nossa falta de vontade, sabendo perfeitamente desde o início que essa compra era prejudicial para os nossos objetivos económicos.

Esta batalha constante contra a nossa própria irracionalidade é um fenómeno humano universal que afeta profundamente as nossas decisões financeiras e de consumo.

É por isso que os consumidores adotam frequentemente medidas extremas para se protegerem de si próprios.

Por exemplo, um banco implementou com grande sucesso uma conta poupança de Natal sem rendimentos, concebida exclusivamente para imobilizar o dinheiro do cliente e impedi-lo de o gastar prematuramente.

Embora sacrificar liquidez e rentabilidade não faça sentido lógico, as pessoas valorizam imensamente que lhes sejam eliminadas as opções prejudiciais, reconhecendo que a sua força de vontade costuma quebrar-se perante a tentação imediata.

Resumo

As pessoas vivem em constante conflito interno entre os seus objetivos futuros e os desejos imediatos. Frequentemente, a gratificação instantânea supera qualquer planeamento lógico ou financeiro pessoal.

Depois de ceder a um impulso irracional, surge um profundo sentimento de culpa. Reconhecemos o nosso próprio erro, mas somos incapazes de evitar repeti-lo constantemente.

As empresas devem compreender este ciclo de tentação e arrependimento constante. Facilitar decisões benéficas protege o consumidor das suas fraquezas e gera confiança mútua absoluta.


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