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A universalidade da experiência afetiva

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A universalidade da experiência afetiva


Mecanismos de defesa originários

Durante muito tempo, existiu um debate académico extremamente intenso sobre a origem formativa das nossas paixões.

Alguns grupos de especialistas defendiam que todas as reações afetivas, como esboçar um sorriso, eram comportamentos assimilados através da observação durante a fase de crescimento inicial.

Paralelamente, outra corrente argumentava firmemente que os indivíduos vinham ao mundo com esses impulsos já incorporados geneticamente na sua natureza biológica.

Para resolver esta discrepância fundamental, um investigador liderou um ambicioso projeto de campo, viajando extensivamente para testar a hipótese dominante d o de que as expressões eram simplesmente construções culturais adquiridas por aprendizagem visual.

Evidência científica da natureza inata das emoções

O estudo atingiu o seu ponto culminante ao avaliar uma comunidade aborígene isolada que habitava uma remota região selvática, um grupo humano sem contacto prévio com a civilização nem com os meios de comunicação.

Os resultados obtidos destruíram as teorias predominantes da época; o líder da experiência constatou que a sua suposição de aprendizagem cultural estava completamente errada.

Ficou demonstrado de forma conclusiva que o ser humano nasce com as suas expressões emocionais intactas.

O sorriso de uma criança não é uma imitação ensaiada dos gestos dos seus cuidadores, mas sim uma manifestação autêntica e inata de alegria.

É impossível suprimir genuinamente uma gargalhada perante um acontecimento hilariante ou evitar a irritação perante um grande incómodo, confirmando que o nosso esquema sentimental é uma condição biológica universal.

Resumo

Durante vários anos, houve uma forte disputa académica sobre os nossos sentimentos. Diversos especialistas debatiam se as expressões faciais eram comportamentos aprendidos ou simplesmente traços biológicos.

Um ambicioso estudo global procurou resolver esta grande incógnita científica. O investigador principal viajou até selvas remotas para avaliar populações isoladas, sem influências externas.

As descobertas demonstraram que todas as emoções primárias nascem connosco. É impossível evitar sorrir perante algo engraçado, porque a nossa natureza responde através de impulsos inatos.


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