Instrumental avançado para a reabilitação sexual pós-parto

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  Instrumental avançado para a reabilitação sexual pós-parto


Protocolos de utilização de dilatadores vaginais progressivos para casos de vaginismo secundário e dispareunia grave

As complicações decorrentes de um traumatismo perineal extenso ou do stress cirúrgico durante o parto podem desencadear um quadro clínico grave conhecido como vaginismo secundário.

Esta patologia caracteriza-se pela contração espasmódica, involuntária e extremamente dolorosa da musculatura perivaginal perante qualquer tentativa de penetração, anulando quase por completo a funcionalidade coital.

Para reverter esta disfunção neuromuscular paralisante, a fisioterapia uroginecológica moderna recorre a protocolos terapêuticos baseados na utilização sistemática de dilatadores vaginais progressivos.

Estes dispositivos clínicos modernos, fabricados em silicone médico de alta pureza, são fornecidos em estojos que contêm diferentes diâmetros e comprimentos calibrados ao milímetro.

O tratamento inicia-se com a inserção do cilindro mais pequeno, permitindo que o cérebro da doente registe a intrusão física sem ativar o sinal de alarme doloroso.

Através de exercícios de respiração diafragmática e relaxamento consciente, a mulher aprende a desativar o reflexo defensivo de contração.

À medida que a tolerância tecidular e psicológica aumenta, avança-se gradualmente para calibres superiores.

Esta abordagem biomecânica e neurológica não só devolve a elasticidade perdida às paredes internas, como também atua como uma poderosa ferramenta de dessensibilização sistemática, erradicando o medo antecipatório.

A sua aplicação constante e orientada é indispensável para erradicar a dispareunia grave, devolvendo à mulher a plena confiança na resposta anatómica do seu próprio corpo e facilitando um regresso bem-sucedido e indolor às atividades sexuais.

Utilização de varas pélvicas para a autoliberação de pontos-gatilho miofasciais profundos após partos instrumentais

Após passar por partos instrumentais difíceis, em que é necessária a utilização de fórceps ou ventosas, a musculatura do pavimento pélvico costuma desenvolver nós de tensão fibrilar dolorosos, denominados pontos-gatilho miofasciais.

Estas bandas musculares hipercontraídas na profundidade do tecido pélvico geram uma dor referida constante que impossibilita a prática de intimidade profunda.

Devido à sua localização anatómica de acesso muito difícil, as técnicas tradicionais de massagem superficial revelam-se ineficazes.

Como solução clínica de vanguarda, tornou-se extremamente popular a utilização de varas pélvicas, dispositivos ergonómicos curvos concebidos especificamente para contornar a complexa arquitetura óssea interna.

Esta ferramenta permite que a própria paciente aplique uma pressão isquémica sustentada, direta e milimétrica sobre as contraturas mais rebeldes do músculo elevador do ânus ou do obturador interno.

O protocolo de autoliberação exige a introdução cuidadosa da extremidade curva e a aplicação de uma compressão suave, mas firme, sobre o ponto doloroso localizado, mantendo a pressão durante vários minutos até se perceber o relaxamento e o amolecimento da fibra muscular afetada.

Este mecanismo terapêutico desfaz as aderências internas, restabelece a perfusão sanguínea correta na zona perineal profunda e restaura a flexibilidade tecidular indispensável.

O empoderamento que esta técnica proporciona é inestimável, uma vez que confere total autonomia para gerir a dor e acelera


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