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Barreiras psicológicas para exercer autoridade

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Transcrição Barreiras psicológicas para exercer autoridade


Exercer a autoridade de forma eficaz não se trata apenas de aplicar técnicas ou regras, mas de superar barreiras internas que podem enfraquecer o papel dos pais.

Dois dos obstáculos psicológicos mais significativos na educação moderna são a culpa e a confusão.

Esses sentimentos, muitas vezes inconscientes, podem levar os pais a ceder a sua autoridade, gerando um ciclo de permissividade e conflito que afeta a harmonia do lar.

Compreender como estas barreiras funcionam é o primeiro passo para recuperar uma posição de liderança saudável e amorosa.

A culpa como má conselheira e o seu impacto na superproteção

A culpa tornou-se uma sombra constante para muitos pais de hoje, ao contrário das gerações anteriores que não a experimentavam com a mesma intensidade.

É uma péssima conselheira porque é uma emoção muito desagradável que, inconscientemente, nos leva a buscar uma compensação imediata para aliviar o mal-estar.

Os pais sentem-se culpados por uma infinidade de razões, às vezes triviais: por não comprar o brinquedo desejado, por negar uma permissão ou mesmo por levantar a voz após um dia cansativo.

Para «lavar» esse sentimento de culpa, muitos pais caem num padrão de compensação prejudicial.

Permitem que os seus filhos lhes faltem ao respeito, compram-lhes tudo o que exigem, são incapazes de dizer «não» e deixam-se manipular.

Este comportamento é o prelúdio da superproteção, que consiste em dar tudo à criança numa bandeja de prata e facilitar-lhe a vida em excesso, não por amor genuíno, mas como uma tentativa de mitigar a própria culpa.

A verdadeira função da culpa é apontar algo que devemos rever no nosso comportamento, mas, uma vez analisado, devemos deixá-la ir para evitar que nos transforme em pais permissivos e sem autoridade.

A confusão geracional e a dúvida sobre o papel dos pais

Outro fator que mina a autoridade é a profunda confusão que os pais atuais experimentam.

Somos uma «geração de transição».

Os modelos de educação dos nossos avós, muitas vezes rígidos e autoritários, já não se adaptam completamente às necessidades e valores da sociedade atual.

No entanto, ainda não consolidámos modelos novos e claros, pelo que avançamos por tentativa e erro, cometendo acertos e erros ao longo do caminho.

Essa falta de uma referência clara nos leva a duvidar do nosso próprio papel e a questionar se exercer autoridade é algo bom ou ruim.

Passámos de um extremo, onde a regra era «faz-se porque eu digo e ponto final», para o extremo oposto, onde os pais quase pedem permissão aos filhos.

Em vez de um firme «não tens permissão», é comum ouvir frases como «Querido, eu preferia que não fosses».

Essa hesitação, nascida da confusão, transmite uma fraqueza interior que os filhos percebem instantaneamente, enfraquecendo a força de qualquer diretriz ou limite que se tente estabelecer.

Resumo

Exercer autoridade implica superar barreiras internas, não apenas aplicar técnicas. Os dois obstáculos psicológicos mais significativos na educação moderna são a culpa e a confusão, que enfraquecem o papel parental.

Esses sentimentos, muitas vezes inconscientes, fazem com que os pais cedam a sua autoridade. Isso gera um ciclo de permissividade e conflito que acaba afetando a harmonia de toda a família.

Compreender como estas duas barreiras funcionam é o primeiro passo fundamental. Permite aos pais recuperar uma posição de liderança saudável e amorosa para orientar os seus filhos.


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