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Panorama estatístico do crime

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Transcrição Panorama estatístico do crime


Evolução das taxas de criminalidade e dificuldades na recolha de dados

A análise dos números da criminalidade requer um olhar crítico além dos números brutos.

Ao comparar os registos atuais com os de meio século atrás, poderíamos inferir erroneamente que a criminalidade flutuou drasticamente, quando na verdade o que mudou foram as nossas ferramentas de deteção e diagnóstico.

O aperfeiçoamento das técnicas forenses e uma compreensão mais sofisticada da saúde mental permitiram, por exemplo, que indivíduos que antes eram encarcerados agora sejam encaminhados para instituições psiquiátricas, o que altera as estatísticas penitenciárias sem que necessariamente tenha havido uma variação no comportamento criminoso em si.

No entanto, o maior desafio para a criminologia continua a ser o «número negro» da criminalidade.

Existe um volume considerável de infrações que nunca chegam aos registros oficiais, especialmente aquelas que ocorrem na esfera privada, como a violência doméstica, ou transações ilícitas consensuais, como o tráfico de drogas.

Além disso, o crescimento demográfico exponencial, com milhões de novos habitantes a cada semana, exerce uma pressão natural sobre as taxas absolutas de crimes, exacerbada pela competição por recursos limitados e habitação, o que pode empurrar setores da população para a ilegalidade por mera sobrevivência.

Estatísticas globais sobre roubos e homicídios

Ao examinar crimes específicos, como roubos em residências, os dados revelam padrões que desafiam a intuição popular.

Contrariamente à imagem do ladrão noturno, a maioria destes incidentes ocorre em plena luz do dia, aproveitando as horas de trabalho, quando as casas estão vazias.

A execução é rápida: um intruso experiente pode roubar uma propriedade em menos de dez minutos.

Curiosamente, o saque evoluiu; hoje em dia, é menos provável que procurem eletrodomésticos volumosos e mais provável que se concentrem em roubar documentos de identidade ou chaves de veículos para cometer fraudes posteriores. No que diz respeito aos crimes contra a vida, a disparidade geográfica é abismal.

Enquanto certos países da América Central relatam taxas alarmantes de homicídios intencionais por cem mil habitantes, países da Europa ou do Leste Asiático mantêm números extremamente baixos. Essas estatísticas não são meros números, mas indicadores de estabilidade social.

É crucial notar que, em países com grande densidade populacional, o número absoluto de vítimas pode ser alto, mas a taxa relativa (per capita) oferece uma medida mais precisa do risco real para o cidadão médio.

Resumo

A análise dos números da criminalidade requer um olhar crítico, pois as mudanças muitas vezes refletem melhores ferramentas de detecção, mais do que flutuações reais no comportamento criminoso, alterando as estatísticas penitenciárias.

O maior desafio criminológico é o «número negro» de crimes não denunciados que ocorrem na esfera privada. Além disso, o crescimento demográfico exerce pressão sobre as taxas absolutas devido à competição por recursos limitados.

Os dados revelam padrões específicos, como a preva lência de roubos rápidos durante o dia em residências vazias. As taxas de homicídio variam geograficamente, sendo a taxa per capita o indicador real do risco em relação aos números absolutos.


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