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É possível mentir? A coerência entre a comunicação verbal e não verbal

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Transcrição É possível mentir? A coerência entre a comunicação verbal e não verbal


O desafio da mentira: por que é quase impossível fingir?

A questão de saber se é possível mentir ou fingir de forma convincente é central no estudo da comunicação não verbal. A resposta é que é quase impossível conseguir isso com perfeição.

A principal razão é a enorme quantidade de pequenos gestos e microsinais que o nosso corpo emite inconscientemente e que estão diretamente ligados às nossas emoções reais.

Sinais como um leve suor na testa, a dilatação ou contração das pupilas, um tique nervoso ou o levantamento sutil de uma sobrancelha são reações automáticas que escapam ao nosso controlo consciente.

Tentar coordenar todos esses elementos para projetar uma emoção que não sentimos é uma tarefa titânica; é muito provável que algum gesto revelador nos escape e contradiga a mensagem que tentamos transmitir verbalmente ou com uma expressão facial forçada, como um sorriso pouco sincero.

O Detetor Interno: Como o Nosso Cérebro Percebe a Incoerência

O cérebro humano possui um mecanismo sofisticado que, de forma inconsciente, detecta as contradições entre os diferentes canais de comunicação.

Certamente já experimentou essa sensação, ao falar com alguém, de que «algo não bate certo» ou de que tem a impressão de que a pessoa está a mentir, embora não saiba explicar exatamente porquê.

Essa intuição é, na verdade, o seu cérebro captando uma incoerência entre a linguagem verbal e a não verbal.

É importante esclarecer que essa deteção de uma incongruência nem sempre significa que a pessoa está a mentir.

Às vezes, pode simplesmente revelar que ela está nervosa, e esse nervosismo se manifesta através de um tique que não combina com o sorriso que ela tenta mostrar.

Em qualquer caso, o nosso cérebro capta a falta de alinhamento, o que gera desconfiança e enfraquece a credibilidade da mensagem.

O Jogo da Detecção: Habilidade do Emissor vs. Percepção do Receptor

Em última análise, a possibilidade de um engano ser bem-sucedido depende de dois fatores cruciais.

Por um lado, da habilidade da pessoa que finge para esconder todos e cada um dos seus gestos reveladores, uma tarefa, como vimos, extremamente difícil.

Por outro lado, e igualmente importante, depende da capacidade do receptor de saber ler e interpretar esses gestos.

Embora o nosso cérebro possa captar as contradições de forma inconsciente, o verdadeiro poder reside no desenvolvimento da habilidade de identificar conscientemente o significado de cada sinal.

Aprender a reconhecer esses indícios proporciona-nos uma enorme vantagem na comunicação, permitindo-nos obter uma camada de informação muito mais profunda e verdadeira do que a que as meras palavras nos oferecem.

A coerência como selo de autenticidade

A grande conclusão é que a comunicação não verbal é um reflexo do nosso estado interno.

Portanto, a chave para uma comunicação eficaz não reside em aprender a fingir, mas em aprender a comunicar com o nosso corpo da mesma forma que fazemos com as palavras, buscando sempre a coerência entre as duas linguagens.

Uma postura corporal segura, uma expressão facial adequada, um olhar honesto e gestos que acompanhem o nosso discurso de forma natural são os que transmitem confiança, serenidade e convicção.

Quando conseguimos essa alinhamento, a nossa comunicação torna-se autêntica e poderosa, e a possibilidade de sermos mal interpretados ou de gerar desconfiança diminui drasticamente.

Resumo

A questão de saber se é possível mentir de forma convincente é central na comunicação não verbal, e a resposta é que é quase impossível. A razão é a grande quantidade de microsinais que o nosso corpo emite inconscientemente.

O cérebro humano possui um mecanismo sofisticado que, de forma inconsciente, detecta as contradições entre os diferentes canais de comunicação. Certamente já experimentou aquela sensação de que «algo não bate certo» ao falar com alguém.

Em última análise, o sucesso de um engano depende de dois fatores. Por um lado, da habilidade da pessoa que finge em esconder seus gestos e, por outro, da capacidade do receptor em interpretá-los.


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