Quadro clínico na população masculina
Irritação do canal uretral
Ao contrário das manifestações notórias que se verificam na anatomia feminina, o comportamento deste protozoário invasor no interior do organismo masculino tende a decorrer de forma consideravelmente mais discreta, embora não isenta de danos estruturais importantes.
Quando o parasita celular consegue estabelecer-se, o seu principal objetivo biológico é a colonização de todo o canal uretral.
A fricção contínua e a multiplicação do microrganismo sobre estas delicadas membranas internas desencadeiam um processo inflamatório local, que se revela muito menos evidente, mas igualmente prejudicial a nível anatómico.
Frequentemente, o homem infetado pode notar uma ligeira secreção mucopurulenta a emergir do meato urinário, normalmente em quantidades mínimas e preferencialmente durante as primeiras horas da manhã.
Esta subtil irritação tecidular crónica provoca uma ligeira vermelhidão na ponta do pénis e uma sensação difusa de desconforto pélvico.
Infelizmente, a leveza clínica destes sintomas leva muitos doentes a subestimar o seu verdadeiro estado de saúde, ignorando completamente que são portadores de um agente patogénico extremamente transmissível que requer tratamento médico com medicamentos para se conseguir a sua erradicação total e definitiva.
Ardor pós-micção e ejaculatório
À medida que a invasão parasitária silenciosa avança pelas vias geniturinárias do homem, os incómodos físicos vão-se tornando gradualmente mais intensos, estando diretamente ligados aos processos fisiológicos de esvaziamento e secreção corporal.
O sintoma mais representativo em estágios ligeiramente mais avançados é o aparecimento de uma ardência aguda e localizada, que se manifesta imediatamente após o término do ato de micção.
Esta dor aguda residual tem origem no facto de os fluidos ácidos irritarem severamente as zonas epiteliais que o microrganismo já tinha erodido anteriormente através da sua atividade metabólica incessante.
Da mesma forma, o processo ejaculatório é afetado negativamente.
As contrações musculares próprias da expulsão seminal agravam a inflamação dos condutos colonizados, traduzindo-se em episódios de comichão muito incómoda que acompanham cada descarga biológica.
Embora estes sinais corporais sejam episódicos e menos incapacitantes do que os sofridos pelo sistema reprodutor feminino, evidenciam um dano celular persistente.
Abordar clinicamente estes sintomas é imprescindível para interromper a cadeia de transmissão parasitária silenciosa.
Resumo
Essa invasão parasitária microscópica costuma manifestar-se de forma
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