Instruções para o dispositivo interno

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  Instruções para o dispositivo interno


Processo de inserção e fixação

A utilização correta deste revestimento profilático concebido para a anatomia feminina exige que se siga um procedimento extremamente meticuloso antes de iniciar qualquer interação física.

Para garantir a máxima eficácia protetora, a utilizadora deve compreender plenamente a função estrutural dos dois anéis que compõem o dispositivo.

O processo começa por segurar o anel interno, localizado na extremidade completamente fechada da capa transparente.

Este componente deve ser comprimido com os dedos para facilitar a sua introdução ágil através do canal.

Uma vez introduzido, deve ser empurrado suavemente até que o anel fique bem fixo, adaptando-se firmemente ao colo do útero.

Esta fixação é fundamental, garantindo que este mecanismo preventivo nunca se desloque devido ao atrito.

Por seu lado, o segundo componente anular, que apresenta um diâmetro visivelmente mais largo, deve permanecer exclusivamente no exterior.

Este anel externo desdobra-se, abrangendo toda a região genital periférica, criando uma barreira extensa que bloqueia o contacto direto entre as mucosas.

Uso único e intransferível

Uma diretriz sanitária extremamente rigorosa e ineludível relativamente a este dispositivo profilático é o seu caráter totalmente descartável.

Em nenhuma circunstância clínica se deve considerar a reutilização deste artigo, uma vez que esse material plástico perde toda a sua resistência biológica.

O protocolo médico exige categoricamente a utilização de um anel novo e recém-desembalado para cada encontro físico diário.

Terminada a interação íntima, o dispositivo utilizado deve ser sempre removido com muita delicadeza.

Para prevenir eficazmente qualquer fuga nociva das secreções recolhidas internamente, recomenda-se rodar o anel externo, assegurando firmemente a entrada principal antes de o retirar completamente.

Por fim, este dispositivo usado deve ser rapidamente eliminado num contentor de resíduos adequado, garantindo assim uma gestão higiénica geral correta e muito responsável.

Esta prática preventiva bloqueia de forma contundente as infeções, garantindo uma eficácia inabalável no dia a dia face ao contágio biológico.

Resumo

O revestimento preventivo feminino exige que se siga um processo extremamente rigoroso para garantir uma proteção estrutural durante o contacto íntimo. A sua inserção correta garante o bloqueio total de qualquer passagem de agentes patogénicos perigosos.

O anel interno deve ser comprimido para conseguir introduzi-lo profundamente até ficar fixado no colo do útero. Simultaneamente, o anel exterior mais largo permanecerá a proteger toda a periferia genital exposta ao atrito.

Este dispositivo médico é estritamente descartável após cada relação íntima. Retirá-lo rodando a sua base evita derrames, permitindo descartá-lo de forma responsável para manter um padrão de higiene verdadeiramente impecável e também muito seguro.


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