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O Ser Humano como Ser Social e o Processo de Socialização

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Transcrição O Ser Humano como Ser Social e o Processo de Socialização


A Natureza Social Inata

Desde o momento do nascimento, o ser humano manifesta uma dependência fundamental do grupo social.

Ao contrário de muitas outras espécies, chegamos ao mundo desprovidos das ferramentas e recursos autónomos necessários para garantir a nossa própria sobrevivência e desenvolvimento inicial.

Esta condição inicial sublinha a nossa natureza intrinsecamente social; precisamos da interação e do cuidado de outros indivíduos não só para subsistir fisicamente nas fases iniciais.

Mas também para desenvolver o nosso potencial cognitivo, emocional e comportamental ao longo da vida.

A conexão e a interdependência são, portanto, características constitutivas da nossa espécie, demonstrando que o ambiente social é indispensável para nos tornarmos indivíduos funcionais e plenamente desenvolvidos.

Sem essa rede de apoio e interação, o nosso crescimento seria severamente limitado.

Definindo a socialização

O mecanismo fundamental através do qual se produz esta interação construtiva com o ambiente social é denominado socialização.

Podemos defini-la como o processo contínuo através do qual uma pessoa aprende e interioriza, ao longo de toda a sua existência, os elementos socioculturais preva lentes no seu meio.

Esta aprendizagem abrange um amplo espectro que inclui símbolos partilhados, normas de conduta aceites, valores éticos e morais, crenças coletivas e todo o acervo cultural que condiciona significativamente o comportamento individual.

Não se trata de uma etapa finita, mas de um processo permanente, uma adaptação constante que nos acompanha desde a infância até à velhice, moldando-nos em resposta aos contextos em mudança que experimentamos.

Integração e adaptação sociocultural

A socialização vai além da mera aquisição de conhecimentos; implica a integração ativa desses componentes socioculturais na estrutura da própria personalidade.

À medida que interagimos, não só aprendemos as regras sociais, mas também as assimilamos, tornando-as nossas, moldando assim a nossa identidade e a nossa forma de ver o mundo.

Este processo é fortemente influenciado por experiências vividas e por agentes significativos, «como a família, educadores, pares, mentores», que atuam como transmissores e modeladores destas padrões culturais.

Em essência, a socialização funciona como um mecanismo crucial de adaptação ao ambiente social, equipando-nos com as competências necessárias para viver, interagir e contribuir de forma eficaz dentro da sociedade em que estamos inseridos.

Permite-nos compreender as expectativas sociais e ajustar o nosso comportamento para uma convivência funcional.

Resumo

O ser humano nasce com uma dependência fundamental do grupo social para sua sobrevivência e desenvolvimento inicial. Essa necessidade de interação e cuidado ressalta nossa natureza intrinsecamente social ao longo de toda a vida.

A conexão social é indispensável para desenvolver todo o nosso potencial (cognitivo, emocional, comportamental) e nos tornarmos indivíduos plenamente funcionais. Sem essa rede de apoio, o crescimento e o desenvolvimento pessoal seriam severamente limitados.

A socialização é o mecanismo contínuo pelo qual interiorizamos os elementos socioculturais, como normas, valores e crenças, desde a infância até à velhice. Este processo é fundamental para a adaptação.


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