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Influências filosóficas II: diálogo e descoberta interior

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Transcrição Influências filosóficas II: diálogo e descoberta interior


O Legado do Discípulo

Seguindo os passos do seu mestre, outro influente filósofo grego aprofundou a importância do diálogo como método de aprendizagem e desenvolvimento.

Este pensador não só continuou a tradição oral, como também plasmou as suas ideias em diálogos escritos e alegorias, como o conhecido mito da caverna, que ilustra o processo de libertação das perceções limitadas para alcançar uma compreensão mais elevada.

A sua obra enfatizou a ideia de que dentro de cada ser humano existe um conhecimento ou verdade oculta que precisa ser trazida à luz, florescer e se manifestar.

Esta abordagem reforça a noção de que a aprendizagem genuína é um processo de descoberta interna, mais do que de receção externa.

A Conversação como Caminho para a Perfeição

Tal como o seu predecessor, este filósofo considerava a conversa e o diálogo meios eficazes não só para adquirir conhecimento, mas também para alcançar a maior perfeição possível nas pessoas.

Ele acreditava que a troca dialética permitia refinar as ideias, confrontar as próprias limitações e aproximar-se de uma compreensão mais profunda de si mesmo e do mundo.

A interação através da linguagem era vista como uma ferramenta fundamental para o crescimento pessoal e o desenvolvimento do caráter, um caminho para a melhor versão de si mesmo.

A necessidade do outro para descobrir a verdade interior

Uma ideia central no seu pensamento é que, embora cada ser humano possua dentro de si uma parte da verdade, raramente pode descobri-la ou compreendê-la plenamente por si só.

De acordo com essa visão, é necessária a ajuda de outras pessoas, por meio do diálogo e da interação reflexiva, para poder acessar e revelar essa verdade interna.

A perspetiva do outro, as perguntas desafiadoras e o contraste de ideias são necessários para ativar os mecanismos internos de compreensão e autoconhecimento.

Aplicação no Coaching: Ativando a Sabedoria Interior

Esta concepção filosófica ressoa fortemente na prática atual do coaching. No coaching, a conversa é usada de forma intencional para ativar os mecanismos que já habitam na pessoa, com o objetivo de que ela procure e encontre a sua própria sabedoria de vida.

O diálogo não tem como objetivo principal transmitir informação externa, mas sim estimular o processo interno de reflexão e descoberta do coachee.

Acredita-se que, por meio da exploração guiada pela conversa, o cliente pode acessar seus próprios recursos, compreensões e soluções, promovendo assim o seu crescimento pessoal.

Resumo

Seguindo o mestre, outro filósofo grego enfatizou o diálogo como método de aprendizagem e desenvolvimento. A sua obra destaca que dentro de cada ser humano existe uma verdade oculta que deve ser manifestada.

Ele considerava a conversa um meio eficaz para alcançar a maior perfeição possível nas pessoas. A troca dialética permite refinar ideias, enfrentar limitações e aproximar-se de uma compreensão mais profunda.

É fundamental neste pensamento que se necessite da ajuda de outros através do diálogo para revelar a verdade interna. O coaching utiliza intencionalmente a conversa para ativar a sabedoria interior.


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