LOGIN

REGISTO
Buscador

Gestão de riscos no processo: fases de dependência e autonomia

Selecionar língua :

Você deve permitir os cookies do Vimeo para poder visualizar o vídeo.

Desbloqueie o curso completo e obtenha sua certificação!

Você está vendo o conteúdo gratuito. Desbloqueie o curso completo para obter seu certificado, exames e material para download.

*Ao comprar o curso, você ganha dois cursos à sua escolha*

*Veja a melhor oferta da web*

Transcrição Gestão de riscos no processo: fases de dependência e autonomia


Reconhecendo os riscos inerentes

Como em qualquer processo orientado para a mudança e o desenvolvimento pessoal, o coaching envolve uma série de riscos que podem comprometer a sua eficácia e continuidade.

Estar ciente desses riscos potenciais é fundamental tanto para o coach quanto para o coachee, permitindo gerenciá-los de forma proativa e minimizando seu impacto negativo.

Um dos principais riscos surge precisamente da natureza do coaching, que busca promover o empoderamento e a autonomia do cliente.

O risco principal: falsa autonomia e abandono prematuro

O risco mais significativo, especialmente nas fases iniciais, é que o coachee, após a definição dos objetivos e a seleção inicial de ferramentas, chegue à conclusão errada de que já sabe como abordar o seu objetivo por si mesmo.

Pode sentir que, ao ter já um plano traçado em conjunto com o coach, pô-lo em prática é algo que pode fazer exatamente da mesma forma com ou sem ajuda externa.

Essa sensação de autossuficiência prematura pode levá-lo a abandonar o processo, acreditando erroneamente que já não precisa do acompanhamento do coach, justamente quando o trabalho mais profundo de implementação e superação de obstáculos está prestes a começar.

Mitigação: Explicando o Itinerário Típico

Para evitar que isso aconteça, é muito importante que o coach explique ao coachee o processo típico pelo qual qualquer relação de coaching costuma passar.

Ao conhecer antecipadamente as fases esperadas, o cliente poderá identificar em que momento do processo se encontra e não tirar conclusões precipitadas sobre o seu nível real de autonomia. Este itinerário normalmente consiste em quatro fases principais:

Fase 1: Dependência inicial

No início, o coachee contrata o coach porque percebe que precisa de ajuda externa para melhorar a sua vida ou atingir os seus objetivos, buscando uma perspectiva mais ampla.

Nesta fase, o papel do coach é estabelecer uma relação de confiança e fornecer um quadro de referência claro para a mudança que se procura. Existe uma dependência natural do cliente em relação à orientação do profissional.

Fase 2: Antidependência (risco)

Após as primeiras sessões, uma vez traçado um plano de ação inicial, o coachee pode chegar à conclusão de que já está pronto para continuar por conta própria.

Sente que já tem o «mapa» e que a execução é simples. Esta é a fase de anti-dependência, onde surge o risco de abandono prematuro.

É crucial que o coach lide com esta etapa com habilidade, reforçando o valor do acompanhamento contínuo.

Fase 3: Independência progressiva

Se a fase anterior for superada, começa o trabalho árduo de desenvolver as competências necessárias e executar o plano. O coachee começa a experimentar e a aplicar o que aprendeu.

Nesta etapa, o coach pode propor que as sessões sejam menos frequentes, incentivando que, aos poucos, o coachee adquira mais autonomia real.

Fase 4: Autonomia consolidada

Nesta fase final, o coachee já integrou novos hábitos e competências. Começa a ver os resultados tangíveis do processo na sua vida e experimenta uma clara melhoria na sua situação pessoal e relacional. Alcançou um nível de autonomia sustentável.

Elementos-chave para evitar riscos

Para minimizar os riscos ao longo


gestao de riscos no processo fases de dependencia e autonomia

Publicações Recentes de coach profissional

Existem erros ou melhorias?

Onde está o erro?

Qual é o erro?

Buscar