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Adaptações curriculares

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Transcrição Adaptações curriculares


A adaptação como processo de negociação e acordo

No modelo clínico tradicional, a adaptação curricular era prescrita de forma unilateral: o especialista diagnosticava e decidia quais conteúdos eliminar ou modificar, muitas vezes sem consultar o protagonista.

Na perspectiva do coaching educativo, a adaptação transforma-se num processo de negociação.

O professor não impõe a ajuda, mas questiona: «De que ferramentas precisas para passar neste exame?», «De que forma aprendes melhor este conceito?».

Essa mudança de enfoque empodera o aluno, que passa de sujeito passivo da intervenção a agente ativo que conhece e solicita os recursos que lhe permitem ter um bom desempenho. A ferramenta principal desse enfoque é o Contrato de Aprendizagem.

Trata-se de um documento formal, assinado por ambas as partes, onde são estipulados os objetivos que o aluno se compromete a alcançar e as ajudas específicas que o professor se compromete a oferecer (por exemplo, esquemas prévios, tempo extra ou letras ampliadas).

Este contrato estabelece um quadro de corresponsabilidade. Se o aluno cumprir a sua parte, o sistema responde.

Isto elimina a sensação de «tratamento de favor» e substitui-a por um acordo de equidade, onde a adaptação é vista como um direito instrumental para demonstrar a capacidade real.

Tipologia e hierarquia das adaptações

Para aplicar as adaptações de forma coerente, é necessário distinguir os seus níveis de impacto no currículo.

As mais básicas são as adaptações de acesso, que eliminam barreiras físicas ou sensoriais sem alterar os conteúdos (uso de rampas, computadores adaptados ou mobiliário específico).

Num segundo nível estão as adaptações metodológicas, que modificam o «como» se ensina e avalia, mas não o «o que» se aprende; por exemplo, permitir que um aluno com disgrafia faça os exames oralmente.

Estas medidas são inclusivas e não reduzem o nível de exigência. Finalmente, quando a dificuldade é grave, recorre-se a adaptações significativas.

Aqui, os elementos prescritivos do currículo são modificados, eliminando objetivos inatingíveis ou priorizando conteúdos funcionais para a vida quotidiana do aluno.

A partir do coaching, procura-se que essas adaptações sejam o menos restritivas possível e sempre temporárias, revisáveis e orientadas para a máxima autonomia.

O objetivo não é simplificar a educação, mas ajustá-la para que o des


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