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Formação avançada em transtornos da personalidade - psicologia transtorno personalidade

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PorCursosOnline55

2026-02-27
Formação avançada em transtornos da personalidade - psicologia transtorno personalidade


Formação avançada em transtornos da personalidade - psicologia transtorno personalidade

Introdução e objetivos

Especializar-se no trabalho clínico com transtornos da personalidade exige uma base teórica sólida, habilidades técnicas refinadas e um treinamento prático supervisionado. Este programa avançado está desenhado para ajudá-lo a integrar diagnóstico, formulação de caso e intervenção baseada em evidência, com o objetivo de abordar a complexidade clínica, o risco e a comorbidade frequentes nesta área. Ao finalizar, você estará em condições de desenhar planos de tratamento individualizados, coordenar-se com equipes interdisciplinares e avaliar resultados de maneira rigorosa, sem perder de vista considerações éticas, culturais e de gênero que impactam o processo terapêutico.

A quem se destina?

Destina-se a profissionais e estudantes avançados que buscam aprofundar e certificar competências específicas nesta área clínica. Se se reconhece em algum dos perfis a seguir, encontrará um itinerário formativo pertinente e desafiante.

  • Psicólogos clínicos e da saúde que desejam especializar-se em avaliação e intervenção.
  • Psiquiatras e residentes interessados em integrar psicoterapia e psicofarmacologia com enfoque em personalidade.
  • Terapeutas ocupacionais, assistentes sociais clínicos e profissionais de saúde mental em contextos comunitários.
  • Coordenadores de dispositivos de agudos, hospital de dia ou reabilitação psicossocial que buscam protocolos de manejo e continuidade de cuidados.
  • Docentes e supervisores clínicos que necessitam de marcos didáticos e ferramentas de avaliação de competências.

Competências que você desenvolverá

O itinerário combina teoria, treino técnico e prática deliberada. Ao completar os módulos, poderá:

  • Realizar avaliações integrales: entrevista clínica, testes padronizados e medidas de resultado.
  • Estabelecer diagnósticos diferenciais claros e formular hipóteses funcionais centradas em mecanismos.
  • Desenhar e aplicar intervenções baseadas em evidência, ajustadas ao nível de motivação e de risco.
  • Lidar com crises, comportamentos autolesivos e risco suicida com protocolos validados e trabalho em rede.
  • Trabalhar a aliança terapêutica, a mentalização e os limites terapêuticos com foco na segurança.
  • Adaptar o tratamento à diversidade cultural, à perspectiva de gênero e ao ciclo de vida.
  • Avaliar processos e resultados para tomar decisões clínicas informadas.

Programa e conteúdos-chave

Marco diagnóstico e avaliação

Revisam-se modelos categóricos e dimensionais, sua relação com a investigação atual e suas implicações clínicas. Aprenderá a integrar múltiplas fontes de informação e a selecionar instrumentos adequados ao contexto.

  • Classificações atuais: critérios DSM-5-TR, modelo alternativo dimensional e correspondências com CID-11.
  • Entrevistas e questionários: SCID-5-PD, IPDE, PID-5, MMPI-2-RF e PAI, entre outros.
  • Medidas de funcionamento e severidade: níveis de deterioração, desempenho social, metas de vida.
  • Avaliação de risco: autolesão, suicídio, violência e consumo de substâncias.
  • Avaliação de recursos: forças, redes de apoio e fatores protetores.

O foco está em construir uma imagem clínica robusta, evitando rótulos reducionistas e buscando utilidade para a intervenção.

Formulação de casos e diagnóstico diferencial

Para além do rótulo diagnóstico, trabalha-se com formulações individualizadas que articulam história de desenvolvimento, padrões relacionais, traços nucleares, esquemas e estilos de enfrentamento. Praticará a identificação de comorbidades com transtornos do humor, ansiedade, trauma complexo, TDAH e uso de substâncias, bem como a distinção entre traços de personalidade e manifestações situacionais ou médicas. Enfatiza-se a hipótese de mecanismos mantenedores e a priorização de objetivos terapêuticos.

Intervenções baseadas em evidência

Apresentam-se quadros terapêuticos com eficácia documentada e praticam-se micro-habilidades que aumentam a competência técnica em situações difíceis.

  • Treinamento em habilidades de regulação emocional e tolerância ao desconforto, com estruturação do ambiente e trabalho com contingências.
  • Psicoterapia focalizada na transferência para mapear configurações relacionais e trabalhar padrões interpessoais na sessão.
  • Terapia baseada na mentalização para fortalecer a capacidade reflexiva, conter a impulsividade e melhorar a percepção dos estados mentais próprios e alheios.
  • Psicoterapia de esquemas para identificar modos, necessidades não satisfeitas e aplicar técnicas experienciais de mudança.
  • Estratégias integrativas no contexto: coordenação com a psiquiatria, psicoeducação familiar e planos de segurança.

Aprenderá a selecionar e sequenciar técnicas segundo o nível de severidade, a estabilidade do ambiente e o curso do tratamento, assim como a medir o progresso e ajustar o plano.

Comorbidade, risco e crises

Abordam-se protocolos de avaliação e manejo em situações de alto risco, incorporando planos de segurança colaborativos, identificação de gatilhos, prevenção de recaídas e coordenação interinstitucional. Trabalham-se aspectos práticos: acordos de tratamento, limites, critérios de hospitalização e comunicação com redes de apoio. Também se cobre o manejo do consumo comórbido e o seu impacto na adesão.

Perspectiva ética, cultural e de gênero

Integram-se quadros para evitar estigmatização, fomentar uma linguagem não patologizante e adaptar intervenções à diversidade cultural, orientação sexual e experiências de discriminação. Enfatiza-se o consentimento informado, a confidencialidade em contextos de risco e a supervisão como salvaguarda ética.

Metodologia, avaliação e supervisão

A aprendizagem combina seminários aplicados com estudo de casos, role-play e prática deliberada. Terá rúbricas de competências, feedback estruturado e sessões de reflexão sobre o processo terapêutico. A avaliação inclui trabalhos de formulação, vinhetas clínicas com decisões-chave, análise de gravações (quando possível) e testes objetivos de conhecimento. A supervisão é concebida como um espaço de segurança para afinar micro-habilidades, revisar contraidência e alinhar intervenções com os objetivos do tratamento. Promove-se o autocuidado profissional e a prevenção do desgaste por compaixão.

Requisitos, duração e formato

O acesso requer formação prévia em saúde mental e experiência clínica básica. A estrutura é flexível para compatibilizar com a prática profissional.

  • Horas teóricas e oficinas práticas distribuídas em módulos sequenciais.
  • Práticas supervisionadas com revisão de casos reais ou simulados.
  • Modalidade online, presencial ou combinada, com atividades síncronas e assíncronas.
  • Avaliações periódicas e projeto final de integração clínica.

Saídas profissionais e acreditação

A especialização potencia o seu perfil para unidades de saúde mental, dispositivos de agudos, atenção comunitária, consulta privada e programas de reabilitação psicossocial. Poderá liderar equipas clínicas, implementar protocolos baseados em evidência e participar na formação de residentes ou terapeutas em treino. A certificação acredita competências específicas e acrescenta valor a processos de recertificação ou a licitações de serviços, segundo o contexto regulatório da sua região.

Recursos e materiais

  • Guias de entrevista e roteiros para formulação de caso.
  • Protocolos de avaliação de risco e modelos de planos de segurança.
  • Cadernos de exercícios de habilidades para pacientes e psicoeducação familiar.
  • Bibliografia comentada e acesso a seminários com especialistas convidados.
  • Indicadores de processo e resultados para a prática baseada em dados.

Conselhos para escolher um programa de qualidade

  • Docentes com experiência clínica acreditada e publicações na área.
  • Currículo que combine diagnóstico, formulação e intervenção com prática supervisionada.
  • Uso de medidas de resultado e padrões claros de avaliação de competências.
  • Enfoque ético, culturalmente sensível e livre de estigmas.
  • Opções de mentoría, supervisão continuada e comunidade de prática.

Perguntas frequentes

É necessário ter experiência clínica prévia?

Recomenda-se ter prática básica em entrevista clínica e psicopatologia. Os módulos iniciais nivelam conceitos e técnicas, e a supervisão acompanha o progresso individual.

Qual é a carga horária semanal?

Dependerá do formato, mas costuma incluir horas de seminário, estudo autónomo, prática de habilidades e supervisão. O planeamento contempla tempos razoáveis para profissionais em atividade.

Como se integra a evidência científica na prática?

Cada módulo incorpora leituras-chave, discussão de casos e uso de medidas de resultado. Promove-se uma tomada de decisões informada por dados, sem perder a flexibilidade necessária para a singularidade de cada pessoa.

São abordadas intervenções em contextos de alta complexidade?

Sim. Incluem-se cenários de crise, coordenação com redes sanitárias e sociais, e trabalho com famílias e cuidadores, priorizando a segurança e a continuidade de cuidados.

Encerramento

Aprofundar nesta área supõe um compromisso com a excelência clínica e o respeito pela dignidade das pessoas. Com uma formação rigorosa, supervisão de qualidade e prática deliberada, é possível oferecer tratamentos mais seguros, eficazes e ajustados às necessidades de cada caso, e ao mesmo tempo cuidar da sustentabilidade do próprio exercício profissional.

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