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A Necessidade Patológica de Controlo

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Transcrição A Necessidade Patológica de Controlo


O impulso de dominar os outros como substituto do autocontrolo

Para compreender verdadeiramente a psicologia obscura, é necessário questionar o que motiva esses indivíduos.

Por que dedicam tanta energia a maquinar estratégias complexas em vez de investir esse esforço no seu próprio crescimento pessoal? A resposta reside numa carência fundamental: uma necessidade psicológica profunda e patológica de controlo.

Pessoas com traços sombrios muitas vezes sentem um vazio ou uma falta de domínio sobre seus próprios processos internos; para compensar essa deficiência, elas externalizam sua necessidade de poder buscando subjugar aqueles ao seu redor. O manipulador não busca a conexão humana genuína, mas a subjugação.

O seu objetivo principal não é necessariamente causar danos pelo dano em si, mas enfraquecer sistematicamente a vítima para garantir a sua própria posição de superioridade.

Ao reduzir a autonomia dos outros, obtêm uma falsa sensação de segurança e ordem no seu mundo.

É crucial compreender isto: o ataque não é pessoal no sentido de que a vítima tenha feito algo de errado, mas sim funcional; a vítima é um instrumento para satisfazer o vício de controlo do agressor.

Os quatro pilares do ataque: vontade, autoestima, vingança e confusão

O assédio psicológico executado por um manipulador não é aleatório; ele é estruturado em torno de quatro eixos estratégicos projetados para anular a resistência.

O primeiro é a anulação da força de vontade, eliminando a capacidade da vítima de tomar decisões autónomas.

O segundo é a destruição da autoestima, pois uma pessoa que não se valoriza é incapaz de defender os seus limites.

O terceiro pilar é a vingança passivo-agressiva, uma forma sutil de punição que visa disciplinar a vítima por qualquer tentativa de independência ou por ofensas imaginárias.

Finalmente, o quarto objetivo é a geração de confusão; ao distorcer a percepção da realidade, o manipulador torna-se a única referência confiável para a vítima


a necessidade patologica de controlo

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