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Níveis de interesse e energia

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Níveis de interesse e energia


Horário do evento e seu impacto na atenção

O cronótipo e a hora do dia influenciam drasticamente a recetividade cognitiva.

O orador não opera no vácuo; ele deve lutar contra os ritmos circadianos do seu público.

Uma apresentação agendada para o início da manhã costuma contar com mentes frescas e dispostas, mas emocionalmente frias. Aqui, o desafio é despertar e energizar.

Por outro lado, o horário da tarde, especialmente o período imediatamente após o almoço, é a "zona da morte" para a atenção.

A digestão fisiológica provoca uma diminuição natural da energia e da concentração.

Nesse cenário, o orador é obrigado a usar um arsenal de dinamismo extra, interatividade e mudanças constantes de ritmo para combater a sonolência biológica.

Se a palestra for no final do dia de trabalho, o público estará mentalmente exausto e ansioso para ir embora.

Nesse caso, a brevidade e a contundência são os melhores aliados; prolongar-se desnecessariamente nesse horário é garantia de rejeição.

Saber a hora exata permite planear a gestão da energia cénica necessária para contrariar o estado basal do público.

Público obrigado vs. público voluntário

A predisposição atitudinal muda radicalmente de acordo com a motivação da assistência.

Não é a mesma coisa dirigir-se a um grupo que pagou um ingresso ou escolheu assistir voluntariamente para aprender, do que falar para um grupo "cativo", obrigado pela empresa ou instituição acadêmica a estar presente.

Com o público voluntário, o interesse já existe; o trabalho consiste em mantê-lo e superar as expectativas.

No entanto, com o público obrigado, o orador parte em desvantagem: a resistência inicial ou a apatia.

Nestes casos, a introdução deve ser muito mais poderosa e orientada para o benefício do utilizador.

Deve-se demonstrar rapidamente a utilidade prática da palestra para suas vidas ou trabalhos, transformando a obrigação em oportunidade.

Ignorar essa resistência e prosseguir com um discurso padrão geralmente resulta numa sala cheia de pessoas olhando para os seus telemóveis ou de braços cruzados.

A estratégia de conexão emocional e a promessa de valor imediato são vitais para desbloquear um público forçado.

Resumo

Os ritmos circadianos influenciam drasticamente a recetividade cognitiva. O período após o almoço requer dinamismo extra para combater a sonolência biológica natural do público.

Conhecer o horário permite planear a gestão energética necessária. A brevidade é vital no final do dia de trabalho para evitar a rejeição por cansaço.

O público forçado apresenta resistência inicial ou apatia. Introduções poderosas orientadas para o benefício prático transformam essa obrigação numa oportunidade valiosa de aprendizagem e melhoria.


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