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Condicionamento precoce e crenças familiares

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Transcrição Condicionamento precoce e crenças familiares


Estilos de criação e a formação da percepção

As raízes de como nos percebemos na idade adulta encontram-se, quase invariavelmente, nas experiências repetitivas vividas durante a infância com as nossas figuras de apego.

Quando somos crianças, não temos a capacidade crítica para filtrar informações; simplesmente internalizamos as reações dos nossos pais como verdades absolutas.

Se cresceu num ambiente onde o amor ou a validação estavam condicionados a resultados excecionais, é provável que tenha aprendido a interpretar qualquer desempenho «médio» como um fracasso pessoal.

A lente através da qual interpretamos o mundo foi formada em momentos em que não conseguíamos articular as nossas emoções, levando esses preconceitos inconscientes para a nossa vida profissional atual.

Por exemplo, se a resposta a uma nota medíocre era repreensão ou comparação constante com os outros («quem tirou a melhor nota?»), semeia-se a semente da dúvida perpétua sobre o próprio valor.

A motivação baseada no medo

Um fator determinante no desenvolvimento da síndrome do impostor é o motor emocional por trás do esforço.

Para muitas pessoas, a motivação académica e profissional não nasce de um interesse genuíno ou da curiosidade, mas do medo visceral da reação da autoridade.

Se durante a fase formativa o castigo, a raiva ou a indiferença eram as consequências de não ser perfeito, o indivíduo aprende a operar num estado de alerta constante.

Este condicionamento faz com que, já na idade adulta, cada projeto ou tarefa não seja visto como uma oportunidade de aprendizagem, mas como um campo minado onde o objetivo principal é evitar o julgamento negativo, a rejeição ou a vergonha de «ser descoberto» como deficiente.

Papéis parentais prematuros

Pesquisas sugerem que crianças que foram forçadas a assumir papéis adultos prematuramente ("parentificação") são significativamente mais suscetíveis a se sentirem impostoras no futuro.

Isso acontece porque lhes foram impostos padrões de comportamento e responsabilidade que não eram realistas para a sua idade biológica e emocional.

Ao ter que lidar com situações domésticas ou emocionais complexas sem as ferramentas adequadas, essas crianças internalizam a sensação de que devem saber tudo e lidar com tudo, e que qualquer pedido de ajuda é uma falha.

Essa configuração mental se transfere para o ambiente de trabalho, onde a pessoa sente que deve cumprir expectativas sobre-humanas em todos os aspectos de sua vida para ser considerada válida.

Resumo

As raízes da autopercepção adulta estão na infância, onde internalizamos as reações das nossas figuras de apego como verdades absolutas, condicionando o nosso valor à obtenção de resultados excepcionais.

O medo da autoridade ou da punição torna-se o motor do esforço, transformando cada tarefa num campo minado onde o objetivo principal é evitar o julgamento negativo.

As crianças que assumiram papéis adultos prematuramente tendem a sentir-se impostoras no futuro, pois internalizaram padrões irreais de responsabilidade e a crença de que pedir ajuda é uma falha inaceitável.


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