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Fenómenos da relação

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Transcrição Fenómenos da relação


Resistência e suas manifestações

A resistência aparece em quase todas as entrevistas como uma força que se opõe ao processo de mudança ou revelação de material inconsciente.

Ela se manifesta de várias formas: atrasos, absentismo, falta de pagamento, silêncios prolongados, "esquecimentos" de consultas ou conversas sobre temas irrelevantes (verborreia) para evitar tocar no conflito real.

Também pode se apresentar como um paciente que chora excessivamente sem verbalizar, usando o choro como barreira. Se o paciente não coopera, o processo fica estagnado.

Transferência e contratransferência

Estes fenómenos são omnipresentes. A transferência ocorre quando o paciente projeta no terapeuta figuras do seu passado ou desejos atuais, vendo-o como um pai, um salvador, um amigo ou até mesmo um parceiro.

A contratransferência é a resposta emocional do terapeuta em relação ao paciente, vendo-o talvez como um filho, alguém a quem resgatar («coitadinho») ou sentindo atração/rejeição.

É vital que o terapeuta identifique estas dinâmicas; se a contratransferência impedir a objetividade (por exemplo, ver o paciente como um potencial parceiro), é ético encaminhar o caso e procurar supervisão ou terapia pessoal.

Catarse e Abreação

A catarse é a libertação de energia psíquica ou tensão emocional. Nem sempre implica uma explosão dramática; pode ser simplesmente o ato de verbalizar algo que estava guardado ou mesmo escrevê-lo.

A abreação, por sua vez, é uma descarga emocional ligada a experiências traumáticas que são revividas na presença do terapeuta, permitindo entrar em contacto com a dor para libertá-la.

O terapeuta deve estar atento a esses momentos para conter e guiar o processo até o encerramento adequado.

Resumo

A resistência é uma força que se opõe à mudança, manifestando-se através de atrasos, silêncios prolongados ou verborreia sobre temas irrelevantes para evitar tocar no conflito real.

A transferência ocorre quando o paciente projeta figuras do passado no terapeuta, enquanto a contratransferência é a resposta emocional do profissional, que deve ser vigiada eticamente.

A catarse permite a liberação da tensão emocional verbalizando o que foi guardado, e a abreação facilita uma descarga ligada a traumas, momentos que o terapeuta deve conter adequadamente para o encerramento.


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