Transcrição Avaliação da Funcionalidade
Avaliação da Deficiência (WHODAS 2.0)
O DSM-5 inclui um instrumento específico para avaliar a deficiência: o WHODAS 2.0.
Esta ferramenta consiste em 12 perguntas que avaliam diferentes domínios da pessoa (como mobilidade ou cuidados pessoais) com base na dificuldade experimentada nos últimos 30 dias.
É utilizada uma escala de pontuação que vai de 0 (nenhuma dificuldade) a 4 (dificuldade extrema).
A soma dessas pontuações permite determinar o nível de dificuldade e funcionalidade do paciente, aplicando-se apenas a pessoas com deficiência.
Fatores Contextuais e Código Z
Na avaliação integral, devem ser considerados os fatores que afetam a saúde além da patologia.
Na CIE-11, isso é avaliado no Eixo 2 (deficiência em cuidados pessoais, ocupação, família e função social) e no Eixo 3 (fatores ambientais, como problemas relacionados à infância, educação, moradia ou emprego).
Além disso, existe o Código Z, que é utilizado quando um distúrbio ou uma série de características não são conclusivos para diagnosticar um problema específico devido à falta de informação, mesmo que a maioria dos sintomas esteja presente.
Resumo
O DSM-5 incorpora o instrumento WHODAS 2.0 para avaliar a deficiência por meio de 12 perguntas que exploram domínios como mobilidade e cuidados pessoais durante os últimos trinta dias.
É utilizada uma escala de pontuação de zero a quatro para medir a dificuldade experimentada. A soma total determina o nível funcional do paciente, aplicando-se apenas se existir deficiência.
A avaliação integral considera fatores contextuais e ambientais. O Código Z é utilizado quando, apesar dos sintomas, as informações são insuficientes para concluir um diagnóstico patológico específico.
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