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Escalas de Ajuste Diádico (DAS) e sua estrutura

Para complementar a avaliação clínica, é altamente recomendável o uso de instrumentos padronizados que meçam a qualidade do relacionamento.

Esses questionários de autoavaliação, como a Escala de Ajuste Diádico (DAS), permitem obter dados objetivos sobre a percepção de cada membro.

São ferramentas fáceis de administrar que ajudam a quantificar o grau de satisfação e consenso no casal.

O DAS, por exemplo, explora o grau de concordância ou discordância em áreas críticas da convivência.

Os membros são questionados sobre a coincidência na gestão das finanças familiares, decisões sobre lazer, questões religiosas, filosofia de vida e relações com amigos.

Essas respostas revelam rapidamente as áreas de atrito que talvez não surjam espontaneamente na conversa inicial.

Interpretação de áreas de conflito e frequência

Além dos acordos, esses instrumentos avaliam a frequência de interações específicas.

Pergunta-se com que frequência o casal discute, se confiam um no outro e até mesmo a frequência de gestos afetuosos, como beijar-se.

As escalas geralmente variam de "sempre" a "nunca", permitindo detectar discrepâncias significativas na percepção da realidade cotidiana entre os dois membros.

Também são explorados comportamentos positivos conjuntos, como ter uma troca estimulante de ideias, rir juntos ou trabalhar em projetos comuns.

A ausência desses eventos positivos é tão diagnóstica quanto a presença de conflitos.

Além disso, são identificados gatilhos específicos recentes, como estar demasiado cansado para sexo ou não demonstrar afeto, oferecendo um retrato do estado atual da intimidade.

Avaliação do compromisso e da felicidade percebida

Por fim, esses instrumentos geralmente incluem medidas globais de bem-estar. Os indivíduos são solicitados a classificar seu grau de felicidade no relacionamento em uma escala visual ou numérica, comparando-o com o que consideram um relacionamento "normal" ou ideal.

Isto oferece uma visão clara da insatisfação acumulada. Um componente crucial é a avaliação do futuro do relacionamento.

Perguntas que vão desde "quero desesperadamente que meu relacionamento dê certo" até "meu relacionamento nunca poderá dar certo" ajudam o terapeuta a medir o nível de compromisso e esperança remanescentes.

Essa informação é vital para decidir se a terapia deve se concentrar na reparação ativa ou se é necessário um trabalho prévio de discernimento sobre a viabilidade do vínculo.

Resumo

Recomenda-se o uso de instrumentos padronizados de autoavaliação para complementar a avaliação clínica inicial. Essas ferramentas quantificam o grau de satisfação, consenso e áreas de atrito do casal.

Escalas como a DAS avaliam a frequência de interações específicas, discussões e gestos afetivos. A ausência de eventos positivos é tão diagnóstica quanto a presença de conflitos abertos.

Por fim, mede-se o nível de compromisso e esperança em relação ao futuro da relação. Esta informação determina se a abordagem será a reparação ativa ou o discernimento clínico.


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