LOGIN

REGISTO
Buscador

Autocuidado do terapeuta

Selecionar língua :

Você deve permitir os cookies do Vimeo para poder visualizar o vídeo.

Desbloqueie o curso completo e obtenha sua certificação!

Você está vendo o conteúdo gratuito. Desbloqueie o curso completo para obter seu certificado, exames e material para download.

*Ao comprar o curso, você ganha dois cursos à sua escolha*

*Veja a melhor oferta da web*

Transcrição Autocuidado do terapeuta


Reconhecimento e gestão do desgaste profissional

O trabalho com casais é intrinsecamente exigente. O terapeuta está constantemente exposto a conflitos intensos, histórias de traição e dor relacional. Existe um risco real de fadiga por compaixão ou esgotamento.

É fundamental reconhecer os sinais de alerta: irritabilidade, cinismo sobre as relações ou levar os problemas dos pacientes para casa. O reconhecimento da contratransferência é a primeira linha de defesa.

Sinto-me inútil com este casal? Este paciente irrita-me? Processar estas emoções em supervisão ou terapia pessoal não é um luxo, mas uma necessidade ética para manter a eficácia e a saúde mental do profissional.

Evitar a armadilha da responsabilidade excessiva

Uma fonte comum de stress é assumir a responsabilidade pelo sucesso ou fracasso do relacionamento dos clientes.

O terapeuta deve lembrar-se de que é responsável pelo processo (proporcionar um espaço seguro, técnicas adequadas, ética), mas o casal é responsável pelo resultado.

Tentar salvar um relacionamento mais do que os seus protagonistas querem salvá-lo leva ao esgotamento. Manter limites claros e expectativas realistas é vital.

Aceitar que nem todos os casais serão salvos e que uma boa separação também pode ser um sucesso terapêutico liberta o terapeuta da pressão de ser um «salvador de casamentos» e permite-lhe trabalhar com mais serenidade e objetividade.

Cultivar o prazer e a paixão pelo trabalho

Por fim, para se manter nesta profissão a longo prazo, é necessário conectar-se com o prazer e o sentido do trabalho.

Encontrar satisfação nos pequenos avanços, na resiliência humana e no privilégio de testemunhar a intimidade alheia nutre o terapeuta.

Como dizia Confúcio, «Escolha um trabalho que goste e não terá de trabalhar um único dia da sua vida».

O terapeuta deve procurar ativamente o equilíbrio, alimentando a sua própria vida relacional e pessoal fora do consultório.

Um terapeuta que desfruta da sua vida e do seu trabalho tem mais recursos energéticos e emocionais para «emprestar» aos casais em crise, tornando-se um modelo de saúde relacional e vitalidade.

Resumo


autocuidado do terapeuta

Publicações Recentes de formacao terapia casal

Existem erros ou melhorias?

Onde está o erro?

Qual é o erro?

Buscar