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Test Casos específicos II: Sabotagem e segredos
Programa
1ª PERGUNTA: O que indica, de acordo com o texto, um incumprimento repetido das tarefas atribuídas na terapia de casal?
Que houve uma falta real de tempo durante a semana
As tarefas devem ser reatribuídas imediatamente, sem mais indagações
Que existe uma resistência passiva ou sabotagem e não simplesmente um problema de agenda
Que o terapeuta não pode fazer nada a respeito e deve insistir nos exercícios
2ª PERGUNTA: Qual é a atitude recomendada do terapeuta diante do incumprimento repetido de tarefas?
Reatribuir a tarefa e repetir as instruções
Explorar o bloqueio e perguntar sobre os significados subjacentes
Culpar um dos membros do casal por não colaborar
Evitar mencionar o incumprimento para não incomodar
3ª PERGUNTA: Que pergunta o texto sugere para analisar o significado do incumprimento?
Perguntar literalmente: «O que diz sobre a sua prioridade o facto de não ter encontrado 15 minutos em toda a semana?»
Investigar técnicas concretas para melhorar a agenda semanal
Sugerir que continuem a tentar fazer a tarefa em casa sem supervisão
Reatribuir uma tarefa mais simples para a próxima semana
4ª PERGUNTA: O que o terapeuta deve fazer quando descobre um segredo relevante numa sessão individual?
Trabalhar com a pessoa para que revele o segredo num prazo determinado, oferecendo apoio para que o faça de forma segura
Ignorar o segredo se for divulgado em sessão individual para proteger a confidencialidade
Revelar imediatamente o segredo ao outro membro sem mediação
Continuar a terapia de casal sem mencionar o segredo para não prejudicar a sessão
5ª PERGUNTA: De acordo com o texto, se um paciente se recusa a revelar um segredo que afeta a saúde do outro, o que o terapeuta pode fazer?
Encerrar a terapia de casal explicando que não é possível trabalhar eficazmente nessas condições devido a um impedimento ético, sem que isso implique necessariamente divulgar o segredo
Informar obrigatoriamente o outro membro detalhando o segredo sem mais mediação
Manter a terapia e obrigar o paciente a confessar na próxima sessão conjunta
Encaminhar o caso a outro profissional sem mais explicações
6ª PERGUNTA: Qual é um possível objetivo oculto de recorrer à terapia mencionado no texto?
Buscar permissão implícita para se separar ou amenizar a culpa de quem quer ir embora
Solicitar ferramentas concretas para melhorar a comunicação do casal
Tentar que ambos se comprometam novamente com as tarefas atribuídas
Pedir à família que medie na decisão de permanecerem juntos
7ª PERGUNTA: O que implica manter segredos graves dentro da terapia de casal?
Transformar o terapeuta em cúmplice e falsificar o tratamento
Facilitar a confiança e melhorar a honestidade no casal imediatamente
Permitir avançar na terapia sem consequências éticas
Fazer com que o terapeuta assuma o segredo como parte do processo terapêutico sem mais ações
8ª PERGUNTA: O que permite nomear a realidade de que alguém tem «um pé fora», de acordo com o texto?
Transformar uma terapia frustrante numa terapia de separação construtiva ou de encerramento, ao nomear a realidade de que já se está decidido a terminar
Ignorar a possibilidade de separação para tentar forçar a reconciliação
Convencer o membro com «um pé fora» de que a terapia sempre resolve a relação
Adiar qualquer decisão para manter a terapia indefinidamente
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